Ela
Disse-lhe que não precisava dele para nada. Devo ter sido convincente ao fazê-lo. Pelo menos ele acreditou. Não estava a ser sincera quando o disse. Pensava que ele sabia. Pensei que levasse na brincadeira. Esperava que mandasse uma daquelas bocas foleiras que me enervam e me chateiam. Não o fez. Deixou-se ficar calado. Definitivamente pensou que estava a falar a sério. Por esse motivo levantou-se e foi-se embora. Eu, orgulhosa como sempre, não o impedi. Deixei-me ficar só. Deixei que me abandonasse. As pessoas foram passando por mim. O tempo também. Fiquei sentada naquele banco de jardim até me aperceber que ele não ia voltar. Fui para a paragem. Era já tarde tinha de ir para casa. A escuridão substituiu a luz do dia. Cada minuto que passava deixava-me com um vazio cada vez maior. Não conseguia acreditar que lhe tinha dito o que lhe disse. Repreendi-me milhões de vezes. Pensei nos inúmeros inconvenientes de ser orgulhosa. Achei que depois do que se tinha passado que não havia nada mais a dizermos um ao outro. Que hipóteses havia de haver algo entre nós após aquela conversa. Senti a sua falta como nunca tinha sentido.
Desisti de esperar. Comecei a andar. Fui para casa a pé. Pensei. Pensei em tanto que não tenho bem a certeza em que foi, concretamente, que pensei. Passei por uma cabine telefónica pública. Era de cartão. Tirei o meu da carteira. Fiquei parada em frente ao telefone sem saber se haveria de telefonar ou não. Não me conseguia decidir. Pensei que se um carro branco, a sua cor preferida, passasse que era o destino a dizer-me para telefonar. Esperei um minuto não passou. Pensei que tinha de esperar pelo menos cinco minutos. Foi o que fiz. Não passou nenhum carro branco. Retomei o caminho. Pensei que se calhar era melhor assim. Passaram dois carros brancos logo de seguida. Voltei atrás. Tinha de telefonar. Mas, por outro lado, o facto de passarem depois de me ter vindo embora poderia querer dizer que o melhor era não telefonar. Não tinha a mínima ideia do que deveria fazer. Peguei no auscultador do telefone. Não cheguei a marcar o número dele. Não sabia sequer o que havia de dizer. Pousei o auscultador. Voltei a pegar nele, marquei o número. Estava ocupado. Era definitivamente um sinal para não lhe telefonar.
Continuei a caminhada. Liguei o walkman. Fui desfrutando da música. Não havia nada que pudesse fazer naquele momento. Tudo havia de se compor. Cheguei a casa. Não estava ninguém. Estranhei. Subi para o quarto. Liguei o rádio. Subi timidamente o som contando constantemente com a chegada da família. Pensei na estupidez do que tinha feito. Mas não era capaz de me rebaixar. Depois de tantos anos ele já devia saber como eu era. Tinha a obrigação de me conhecer melhor que aquilo. A culpa tinha também sido dele. Possivelmente teria sido ele a querer terminar por ali o assunto. Eu podia estar a interpretar mal aquela conversa. O futuro do qual ele se estava a referir, a partilha da vida da qual falou podia ser referente a outra pessoa. Que burra... eu pensava que ele podia estar a referir-se a mim. Claro que não. Decididamente eu não iria voltar a tocar no assunto. Se ele não gostava de mim o que é que havia a dizer. Nada. Nada mesmo. Teríamos uma conversa como qualquer outra. Como se nada se tivesse passado.
Passou-me totalmente que no dia seguinte tínhamos um encontro com mais amigos. Felizmente uma amiga telefonou-me. Passei a tarde a escolher a roupa a usar. Ele iria. Não queria admitir que isso me estava a deixar nervosa mas, na verdade, estava. Optei por um vestido preto confortável porém ao mesmo tempo um pouco sensual. Quando cheguei ao local de encontro ainda faltava gente, nomeadamente ele. Esperamos até às 10 horas. O irmão dele foi um dos últimos a aparecer e disse que não ele estava muito interessado em vir. Realmente não apareceu.
Acabamos por entrar na sala. Não prestei a mínima atenção ao filme. Saí antes do filme terminar. Não aguentava mais. Disse ao pessoal que não estava lá muito bem, que iria à casa de banho. Combinei-me encontrar-me com eles mais tarde à saída. Saí. Olhei em volta. Resolvi sentar-me na esplanada de um café junto à saída. Pensei nele. Pensava em como seria quando nos víssemos. A minha vontade era dizer-lhe que gostava imenso dele. Gostava de lhe confessar o meu amor que durava já à um ano e cinco meses. Mas não podia revelar que o que sentia por ele era mais que amizade. Se não fosse correspondido perderia o melhor amigo que alguma vez tinha tido.
Pedi uma garrafa de água natural. Bebi. Deixei-me estar a apreciar o movimento que se instalara gradualmente à minha volta. Pares, de mãos dadas, passeavam, conversavam, beijavam-se. Amigos, reunidos à volta de uma mesa, riam-se com as brincadeiras e histórias que surgem. Quanto mais barulho ouvia em meu redor, mais silenciosa me sentia. Olhava constantemente para a porta de saída do cinema. Derrepente vi-o. Levantei-me, como que por um impulso, para o chamar. Pensei que afinal tinha resolvido aparecer. Mais valia tarde do que nunca. No entanto não o chamei. Voltei a sentar-me como se me tentasse esconder. Ele não estava só. Sim, estava acompanhado de uma rapariga que nunca antes tinha visto. Odiei-o. Ele sorria-lhe imenso. Segui-os de longe. Ela metia-se constantemente com ele. Ele ria-se. Ela abraçava-o. Ele passava com a mão pelo cabelo dela. Tudo muito carinhosamente. Era, com certeza, a sua namorada. Era ela a tal e não eu. O pessoal saiu do cinema e viu-o. Ele cumprimentou-os. Apresentou-a também. Todos se riram com algo que ela deve ter dito. Olharam em volta. Talvez me procurassem. Não tive coragem de aparecer. Acabei por ir para casa. Ao longo do caminho parei nos locais onde costumávamos parar para conversarmos. Chorei. Deixei transparecer a minha vulnerabilidade. Quando retomei o caminho de casa estava já mais calma.
Voltei a vê-lo mais vezes. Nunca lhe disse nada. Agora que namorava não valia a pena. Cada vez que puxava o assunto eu mudava o rumo da conversa. Não podia imaginar o quanto me magoava saber que gostava dele. E ainda mais saber que esse sentimento não era recíproco. Cheguei mesmo a levantar-me quando ele tocava na questão, inventando alguma desculpa. Acabei por lhe dar a entender que se tratava de um assunto no qual me custava tocar. Ele não fazia ideia do quanto gostava dele. Muitas vezes, enquanto me falava, ficava a olhá-lo. Imaginava como seria beijá-lo. Tentava banir os meus pensamentos com medo que de algum modo os pudesse ouvir e descobrisse.
Houve um dia em que estive para lhe dizer tudo o que tinha ficado por dizer naquele dia. Porém desta vez foi ele quem não quis ouvir. Respeitei a sua decisão. Não toquei mais no assunto. Entretanto as férias apareceram. Eu fui para fora. Não fiz nada de especial. Quando cheguei todos tinham tanto que contar que me senti mal. Não tinha feito um amigo sequer. Quando estávamos com os amigos só ouvia bocas relacionadas com raparigas e com ele. Queria saber pormenorizadamente o que se tinha passado. Todavia não me queria que parecesse que me queria meter na vida dele.
Quando apareceu um rapaz interessado em mim, eu contei-lhe. Ele apenas me disse: "Ai sim... então, parabéns! ". Senti uma raiva. Recusei-me a voltar a conversar com ele seriamente. Também, ele deixou de aparecer. Perdemos a amizade que nutríamos. Raramente nos víamos. Tratávamo-nos, das poucas vezes que nos víamos, cordialmente. A paixão acabou por passar. O amor permaneceu. Ficou enterrado, meio escondido, lá no fundo com um travo doce de recordação. Mas não tinha já a força de outrora. Acabou por se ir perdendo no tempo. Acabou por se esvanecer. Acabou, simplesmente acabou.
Ele
Não consegui sequer acreditar quando ouvi da sua boca que não precisava de mim para nada. Podia estar eu tão enganado. Seria verdade que ela afinal não gosta de mim. Não podia gostar. Pelo seu tom de voz não estava a brincar. Ela falava a sério. Que podia eu dizer. Deixei-me ficar calado. Ela não disse nada. Emudeceu. Parecia esperar que me fosse embora. Parecia estar incomodada com a minha presença. Deixei-a. Pensei que talvez dissesse algo quando me levantasse. Não o fez. Esperei ouvir a sua voz até chegar à paragem. Esperei em vão. Apanhei o autocarro e fui-me embora olhando-a através da janela. Ela mantinha a cabeça baixa. Cheguei a pensar que chorava. Contudo ela era orgulhosa demais para o fazer. Levantei-me do meu lugar para voltar para junto dela. O autocarro arrancou e eu permaneci imóvel, em pé, lá dentro, olhando para trás.
Cheguei a casa. Entrei. O meu irmão perguntou-me se iria com ele para o cinema. Disse-lhe que não estava com vontade de ir. Informou-me do horário que tinha programado para essa noite. Ouvi-o. Disse-lhe que, se fosse, o informava. Mas não me achava com coragem para vê-la de novo. Não depois do corte que me tinha dado. Não depois de me ter desprezado. Se ela não me queria, não seria eu de certeza que iria andar atrás dela. Disso ela podia estar certa. Pensei em telefonar-lhe. Mas que diria. Pensei durante um bom tempo. Lembrei-me que podia perguntar-lhe a que horas era para estar à entrada do cinema. Era uma pergunta simples. Era uma maneira de falar com ela, sem no entanto falar. Ela podia aproveitar a oportunidade para se explicar.
Telefonei-lhe. Ninguém atendeu. Se àquela hora ainda não estava em casa era porque tinha tido algum lado onde ir. Não. Decididamente eu tinha-me resolvido a não ir. Comi qualquer coisa e fechei-me no quarto. Liguei a televisão e, apesar de não estar a dar nada de jeito, deixei-a ligada. Peguei num livro que estava à já uma semana a tentar ler. Li-o e não pensei em mais nada. Não havia nada em que pensar. Adormeci. Pelo menos acho que sim. Não sei bem, mas isso também não tem grande importância. A minha mãe bateu à porta. Entrou dizendo que tinha uma visita. Cheguei a pensar que fosse ela. Não era. Era a minha prima. Pediu-me para ir dar uma volta com ela. Disse-lhe que não me apetecia. Expliquei-lhe o motivo. Não tive problema em fazê-lo. A minha prima conhecia-me desde que nasci. E desde essa altura que nos damos bem. Contei-lhe. Ela compreendeu-me. Porém insistiu para irmos dar uma volta para espairecer. Aceitei a proposta.
Vesti qualquer coisa e saí. Andamos. Conversamos. Tentou alegrar-me foi-se metendo comigo. Esforçou-se tanto para me arrancar um sorriso. Foi extremamente carinhosa. Passamos pelo cinema. Vi todos a sair excepto ela. Cumprimentei-os. Apresentei-lhes a minha prima simpatizaram imediatamente com ela. Foi bom. Permitiu-me ficar calado. Perguntei-lhes por ela. Disseram que ela não se estava a sentir muito bem. Que tinha saído. No entanto que devia de estar por ali. Olhei em volta esperançado de a ver. Não a encontramos. Acabei por ir com o pessoal apesar da minha vontade ser a de voltar para casa. Foi uma noite perdida.
A partir desse dia vi-a várias vezes. Pus de parte a vergonha e o orgulho. Tentei inúmeras vezes retomar a conversa. Queria ter a confirmação que não gostava de mim. Queria desabafar e não ficar com dúvidas relativamente à tua posição no que tocava a esse tema. Mudava de assunto cada vez o fazia. Chegou várias vezes a terminar por ali a conversa. Sentia-me frustrado. Porque é que me recusava a dizer frontalmente que não e tirar de vez o resto mínimo de dúvida que pudesse ter. Percebi finalmente que declarar-lhe o meu amor estava totalmente fora de questão. Desisti. Não a queria magoar ou deixar constrangida. Observei que tocar no assunto o fazia. Ela não fazia ideia o quanto eu gostava dela. Muitas vezes, enquanto me falava, ficava a olhá-la. Imaginava como seria beijá-la. Tentava banir os meus pensamentos com medo que de algum modo os pudesse ouvir e descobrisse.
Um dia, começou uma conversa um pouco estranha. Quando me apercebi que estava a dirigir-se para o assunto que tentava a todo o custo encerrar, quando me apercebi da dificuldade que mostrava em tocar nele, pus um fim à conversa. Não queria de maneira nenhuma que aquilo perturbasse a amizade que tanto preservava. Se não podia ter o seu amor que pelo menos tivesse a sua amizade. Contentava-me com o pouco que pudesse ou que estivesse disposta a dar. Se isso se resumia à amizade, assim seria.
Na altura em que começava a superar o facto de não a ter para mim, devido ao facto de poder estar praticamente todos os dia com ela, as férias surgiram. Amaldiçoei as férias que a separaram de mim. Ela foi para longe de todos nós. Não tinha voto na matéria, não me pronunciei sequer sobre o tema. Eu fui com amigos acampar. Gostava que ela tivesse ido. Tive pena. Diverti-me na mesma. Várias raparigas belgas que estavam de férias mostraram-se interessadas em travar amizade comigo. Mostrei-me receptivo. Mas quando tentaram levar essa relação mais longe eu recusei-me. Todos me gozaram imenso. Esse assunto ultrapassou até as semanas de campismo. Diziam que deveria ser o garanhão da zona. Que comia mais de sete, como na história de D. Caio, que dizia que matava mais de sete. Ela presenciou algumas destas bocas. Não se mostrou interessada em saber o que se tinha passado. Não reagiu sequer às histórias que inventavam. Foi mais que uma confirmação que não havia maneira de a conquistar.
Foi então que apareceu um rapaz na sua vida. Informei-me sobre ele, usando os contactos que podia. A princípio ela não lhe parecia dar muita trela. Sinceramente eu só via defeitos no pobre coitado. Ela por sua vez parecia gostar imenso dele. Não lhe podia dizer nada sobre ele. Fazê-lo seria confessar o meu amor e afastá-la de vez. Fui aceitando a sua presença irritante. Andava constantemente à sua volta. Ela, como se nada de muito importante se passasse, contou-me o óbvio. Disse-me que ele parecia estar interessado nela. Sorri. Falou qualquer coisa sobre namoro. Estava demasiado preocupada em tentar controlar as minhas emoções, não ouvi bem o que me disse. Vi que esperava alguma reacção da minha parte. Balbuciei algo como: "Ai é... pois então parabéns! ". No fundo apetecia-me dizer-lhe: "Aquele filho da p*** teve a coragem...". Apeteceu-me desfaze-lo membro por membro. Sorri em vez de dizer ou fazer qualquer daquelas coisas ou de outras quaisquer do género. Recusou-se a falar novamente comigo. Acabei por não aparecer mais. Para quê? Para sofrer sor fazer e por não fazer. Não valia a pena. Acabamos por nos distanciarmos. Raramente nos víamos. Tratávamo-nos, das poucas vezes que nos víamos, cordialmente. A paixão para ser sincero não passou totalmente. O amor, sem dúvida, permaneceu. Ficou enterrado, meio escondido, lá no fundo com um travo amargo de recordação. Fez-me ver que podia ter tentado pois mais cedo ou mais tarde acabaria por perder a amizade. Mas o que foi, foi. Agora nada há a fazer. O tempo apagou a esperança. O tempo apagou tudo. Nada dela me restou. E foi assim que tudo acabou.
Eu
Toda a tragédia começou quando ele lhe tentava declarar o amor que sentia. Ambos desconfiavam que gostavam um do outro. Ele encheu-se de coragem e iniciou a conversa. Quando tudo parecia estar a correr bem. Pelo menos até ao momento em que ela sentiu, sabe-se lá porquê, que o ambiente estava a ficar demasiado pesado, e disse-lhe brincando que não precisava dele para nada. Ele levou aquilo a sério. Ambos orgulhosos, mais ela que ele, calaram-se e o momento terminou em tragédia. Separaram-se. Cada um odiou-se a si próprio. Cada um ficou para o seu lado. Num momento de esperança, em que o orgulho foi posto de parte, ele telefonou-lhe. Ninguém atendeu. Ao mesmo tempo ela tentou a sua sorte, mas encontrou-o já ao telefone tentando contactá-la. Perderam a coragem.
A partir desse momento tudo foi piorando. A parte do cinema foi a que mais decidiu esta separação. Se ele tivesse ido ao cinema ou ficado realmente em casa, ela não o tinha visto com outra e não pensava o que pensou. Se não a tivessem lembrado, ela nem sequer tinha ido ao cinema. Se ela não tivesse saído antes do filme começar, tinha ficado desde o início a saber que a rapariga era prima dele. Se... se... se... A vida é feita de suposições muitas vezes são infinitas. Não vale a pena pensar nelas. O que acontece, acontece e nada se pode fazer para voltar a trás.
O mal foi não terem conversado abertamente sobre o assunto. É sempre o mal em amores entre amigos. Não se quer perder ou pôr em causa a amizade. A felicidade fica para segundo lugar acabando-se por se preferir a uma possível alternativa. Uma possível alternativa em inúmeras outras.
É verdade que as férias trouxeram mais lenha para a fogueira. Mais mal-entendidos entre eles. Ele não tinha tido relação nenhuma, até pelo contrário. Ela na verdade não estava minimamente interessada no rapaz que se foi por entre eles. Mas no fundo o grande mal foi a falta de diálogo. Se ela tivesse demonstrado a sua curiosidade à cerca das férias dele... Se ele assumido perante ela o ciúme que sentiu... Mas não. Ambos resolveram preservar uma amizade que não tinha futuro em vez de arriscar. Perderam a amizade e a oportunidade de poderem ser felizes juntos. Foi um grande erro.
Contudo no lugar deles não sei se teria agido de uma outra maneira. Cada um tinha a sua versão da realidade e agiram de acordo com ela. A vida é assim, cada um tenta fazer o melhor que pode tendo em atenção ao que vê, ao que sente, ao que ouve... Por vezes os sentidos não espelham a realidade como ela realmente é. No entanto não há nada a fazer.
estou abismada com o jogo de peles que conseguiste reproduzir neste texto...e é mesmo verdade cada um tem a sua perspectiva da realidade, e as confusoes k isso dá!!
ResponderEliminarcontinua.
ja n vou dormir sem um texto teu ;)
doro te
muahhhhhhhhhx
Está genial este texto, ás vezes o que cria a confusão nem são as diferentes prespectivas mas sim a falta de dialogar sobre essas mesmas prespectivas...
ResponderEliminarCada vez me convenço mais que 80% das discussões resultam de falta de comunicação das pessoas ao não falarem sobre as suas...prespectivas ;)
Bj