segunda-feira, 9 de abril de 2007

ANITA faz uma OPA à PT :o)


A primavera já tinha começado e a Anita já só pensava em férias. Contudo, as aulas teimavam em não querer terminar assim como o vento frio de inverno teimava em não desaparecer. Aos poucos as frequências intercalares foram terminando e a esperança de Anita foi aumentando. Ela quase que já podia sentir o sabor da Páscoa. Era uma sabor doce, um sabor a chocolate... Sabia tão bem! Mas antes de estar realmente em férias, Anita sabia que tinha uma importante missão a acabar. Havia um trabalho que só ela podia fazer: uma OPA à PT. Havia que admitir que uma OPA à PT, ou a qualquer outro grupo económico de grande dimensão era uma tarefa compexa e delicada. Felizmente para isso podia contar com 3 amigos. A Izzy, perita na arte perdida de finanças empresariais empenhou-se a 110% nos cálculos matemáticos, estatísticos e de previsão. A Lili, mostrou-se ser uma peça essencial no relatório final, especialmente no que se referia a fazer pausas com vírgulas. O Atoy era o apoio moral do grupo, sendo aquele elemento em que caíam as culpas de tudo o que corria mal. Sem os seus 3 fiéis colegas de faculdade, Anita nunca sonharia terminar a sua OPA a tempo de ainda poder gozar algums tempo de férias...

Mas depois de análises da estrutura óptima de capitais e de preços por acção, de betas alavancados para os vários níveis de endividamento e taxas de crescimento dos cash flows; Anita propôs uma preço absurdo para a PT de 25€/acção. Mas isso não importava nada... o que importava era que o trabalho estava terminado... finalmente estava terminado. Talvez não fosse verdade mas os dias depois da OPA pareciam mais brilhantes, mais quentes, mais convidativos para realmente gozar as férias da Páscoa.


(Todos os promenores da OPA foram restitos. Trata-se de um caso em que o segredo é a alma do negócio)

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