quarta-feira, 30 de abril de 2008

band-aid for the soul


... a smile was all I needed...

Thanks princess for reminding me of it!

back to my old self... in colour

(true colours... shining trough)


terça-feira, 29 de abril de 2008

too used to


being used


back to when darkness takes over

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Ofir...


Fazes-me sonhar com longos passeios onde somos aquilo com que sonhamos... Tiro fotografias para nunca me esquecer quem posso ser, para onde posso ir, quem irá sempre comigo (no meu coração).
E sorrio. O sol aquece-me a alma, o corpo, o desejo do agora e do amanhã. E tu... Tu perdes-te em mim com o olhar. Sei o quanto me queres e só não queres mais porque não sabes como. Eu estou bem assim, coberta de sol e beijos, cheia de sonhos e carinhos.
Leva-me de volta à tua praia, à tua cama, ao teu mundo. Leva-me contigo para onde fores porque sem ti já não sei como se sonha.

segunda-feira, 21 de abril de 2008

mais uma para a colecção

Que posso eu dizer quando não há palavras que se apliquem em situações como estas? - pensas tu de um modo demasiado racional quando olhas para o meu corpo abandonado de vida. De tanto olhares já nem vês a pessoa que ali viveu, com quem tanto partilhaste, que te via para além do óbvio, quem não soubeste ver realmente. Agora são só formas. Agora não passa de um corpo pálido, gélido, inerte que não te conhece mais. Observas fixamente a sua cara na vã esperança de reconheceres um traço familiar que te confirme que aquilo já fui eu. Ao mesmo tempo evitas ver, pois isso era acreditar, era confirmar a tragédia que se abate na tua vida. O egoísmo é uma coisa linda. Mas tu não abandonavas aquele maldito caixão lacado a branco onde me meteram, como se fosse isso te impedisse de ficar longe de mim. Tão perdida que tu estavas naquele momento. Parecia que tinhas perdido a tua âncora, o peso que te segurava nesta vida, no aqui, no agora. Ali eras apenas vazio à deriva num turbilhão de tudo e de nada. Querias tanto chorar e voltar a sentir alguma coisa por pior que fosse, mas nem disso eras capaz. A tua alma fugira de ti como vapor de água a fugir do teu corpo depois de um banho bem quente enquanto que o teu sangue se tornou mais espesso e mal circulava nas tuas veias não permitindo ao teu corpo ter qualquer sensação de vida deixando-te gelar literalmente. Não sentes os minutos a passarem pois ficaste para trás no momento em que duvidaste pela primeira vez em relação à noticia que sabias ter ouvido nitidamente no dia anterior. Não me ouves falar contigo porque o teu corpo se recusa a sentir mais do que já sentiu e auto-protege-se fechando-se do exterior, mas também porque na verdade não tenho muito mais para te dizer. Tudo o que queria que soubesses tentei dizer-to antes, será que o ouviste? Será que o percebeste? Mas agora nada disso me importa. Apenas tu sentes a culpa que nunca foi tua nem de mais ninguém. Foram só coisas que aconteceram, pára de tentar tirar um sentido da confusão caótica em que vivia. Foram só palavras que te disse, não queiras ver nelas sentidos que não sabes procurar. Deixa os olhos fecharem-se e esquecerem-se, momentaneamente, do caixão branco que fitas desde que chegaste. Deixa-te ir embora com as imensas pessoas que foram entrando, deixando os seus pêsames com tantas outras coisas misturadas e questões que envolvem porquês e a minha juventude, e saindo com o peso de se sentirem mais leves por esquecerem-me no momento em que abandonam a capela. Esquece-me tu também. De que adianta lembrares-te agora de tudo aquilo pelo qual passamos num passado que não consegues definir mais. Não há nada que possas fazer agora. Não há não. Pára. Eu conheço essa calma interior que nos assola quando pensamos saber o inevitável. Não. Vai-te embora. Esquece-me. Pára. Esses pensamentos não são teus. Tu não és assim. Isso é só a dor misturada com a falta de sono. Eu sei. Eu já o senti antes, mas isso passa. Respira. Larga esse pensamento. Deixa-o ficar. Onde vais? Não vás. Pára. Tu não fazes ideia do que é. Isso é só um desespero momentâneo. Não nos compares agora. Não penses agora que me compreendes, que agora tens tempo para mim. Agora é que sentes a minha falta. O teu egoísmo enoja-me. Isto é sobre mim. Pára de pensar em ti. Pára de te fazeres de vítima. Ai de ti que também te mates e me estragues o momento. Isto é para mim, isto é sobre mim, isto é por minha causa. Uma vez mais te odeio com toda a minha força, no meio de todo o amor que tenho por ti. Isso, respira. Isso, deixa esse pensamento escapar de ti. Sim, chora. Eu sei. Dói. Eu sei. Calma, respira fundo e deixa o desespero sair de ti com o expirar. Pronto, já falta pouco. O pior já passou e isso agora não vai custar tanto. Prepara-te para me dizeres adeus. Eu vou embora e quando estiveres pronta para o adeus eu volto. Prometo que te vais poder despedir desta vez. Não fujo mais.

domingo, 20 de abril de 2008

Corrida da mulher




Eramos mais de 14000...
Só mulheres!
Nem a chuva nos impediu.
Fizemos os 5 km.
Foi fantástico!
...
E para o ano há mais!

sábado, 19 de abril de 2008

solidariedade feminina




Driving


I remember we were driving,
Driving in your car
The speed so fast I felt like I was drunk
City lights lay out before us
And your arm felt nice wrapped 'round my shoulder
...
And I had a feeling that I belonged
...
And I had a feeling I could be someone
...

quinta-feira, 17 de abril de 2008

está quase

de amanhã a 8...

está quase!
não sei se hei-de sorrir :o)
... chorar :o(
... ignorar :o
n ã o p e n s o m a i s
mas... está quase.

domingo, 13 de abril de 2008

goodbye

i'm so sorry i didn't stand for you, fight for you...
you'll be in my heart for ever, my fluffy friend!

quarta-feira, 9 de abril de 2008

VEM! Vamos fazer de conta.

O dia aproxima-se a passos largos...
mais um ano a passar...
mais um para as contas.

Vamos por o nosso sorriso de borracha e fingir que somos felizes e que tudo está bem.
Vamos esquecer que o dia é igual aos outros e vamos fazer uma festa à qual todos terão uma desculpa para não virem.
Vamos vestirmo-nos bem para ficarmos em casa, encerrados entre paredes brancas que estão longe de estarem vazias...

Apenas o telefone se recordará que dia é e tocará... tocará... tocará... tocará...
Será que alguém o pode calar?!
Lá o atendo (que remédio...) e, com a fachada levantada, terei conversas de treta com familiares distantes, amigos perdidos pelo tempo...
Prendas eram no passado ("já não tens idade para isso")... agora há que ser responsável, há que terminar o curso, há que ir trabalhar.

Quero divertir-me, mas não quero pensar nesse dia que tantas lágrimas me trás aos olhos.
Quero sair mas não sei onde ir.
Quero estar com amigos mas não sei quem convidar.
Quero tanto de bom para mim... mas talvez só me enfie na cama e durma para esquecer tudo de mau!

terça-feira, 8 de abril de 2008

Nitidez


Nem tudo neste mundo foi feito para ser nítido.devíamos estar mentalizados para isso mas não... Teimamos em tirar sentido de tudo. E isso implica racionalizações de sentimentos, implica fotografias de filmes, implica palavras que descrevam silêncios. Para que é que estragamos as coisas com tantos pensamentos? Pára. Não penses mais... sente apenas. Não tires a magia do momento. Pára de olhar para dentro da cartola para tentar perceber de onde virá o coelho que anda constantemente atrasado. Deixa-te viver no País das Maravilhas, onde tudo o que acontece parece disparatado e confuso. A vida só vale a pena assim. Não tires as cores dos sorrisos. Já basta de regras de que o sol não é amarelo mas sim branco porque é luz, e o mar não é azul pois a sua cor é apenas um reflexo da tonalidade do céu... Pensa em arco-íris quando olhas nos olhos de alguém que queres conhecer, de quem queres ver a alma. Não deixes passar ao teu lado a cor que te invade diariamente, nas ruas em que caminhas, nos jardins por onde passar, nas pessoas que passam por ti, nos carros que te ultrapassam, nos edifícios em que entras... Não coloques narrativas nos misteriosos silêncios que se instalam com toda a sua calma, entre os espaços vazios da vida. Eles só estão lá para preencher lacunas deixadas pelo passar do tempo que passou despercebido.
Vive neste mundo. Deixa-o ser como é.

Confuso...

Desfocado...

Colorido...

*M*á*g*i*c*o*...

TEU.

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Hoje chove

e chove... chove como se ontem não tivesse havido sol, como se ontem não tivesse havido calor, como se ontem não tivesse sido dia de praia.
e hoje o céu está cinzento de nuvens... e o azul de ontem?! Onde está o azul profundo e sedutor de ontem que criou ânimo em mim? Onde estão as raras nuvens brancas que tiveram coragem de ontem aparecer e manchar o azul do céu? Será que a tristeza da lua nova as tingiu de cinzento? Será que a sua tristeza contagiou todo o céu de primavera (hoje de inverno, ontem de verão)?
Quero mais desse verão desmedido que me faz sonhar em ser feliz (agora e para sempre). Quero mais desse sol embriagante que me faz perder de mim mesma em tanta alegria e paz. Quero mais dias de praia que deixa as suas marcas no meu corpo, mudando-lhe a cor, alterando-lhe a temperatura, enchendo-o de vida e força de viver.
Mas o efeito de ontem perdura... Achas que me afectas, oh chuva?! Achas que me derrubas com as tuas gotas de água?! Achas que um céu cinzento chega para me intimidar?! Se achas estás bem enganada! Eu estou embebida em sol e calor, em energia e sonhos. A minha cara ainda se mantém corada do dia de ontem e nessa cara ainda se vê o sorriso brilhante que combinava com o biquíni de estrelas...
Vem, dá o teu melhor! Eu acredito que depois de ti vêm de novo os dias de verão e mantenho a cabeça erguida e o coração esperançoso que tu, chuva, és sol de pouca dura. :oD

O 1º dia de praia


Por entre sorrisos dizemos silêncios que o mar leva com a maré. Fechamos os olhos e somos quem somos sem definições ou limitações de tempo: eu sou o mar que te arrepia a pele calejada das desiluões e tu és o sol que me aquece o corpo dorido das tristezas. Agora somos praia e envolvemo-nos em vontades e desejos que estão muito para além do carnal.

O teu cheiro prende-me o pensamento e torno-me refém da sensação do momento. Não sei mais como por um pé à frente do outro pois nós somos aqui e agora, e o ali e sei lá quando está fora do meu alcançe. Não sei como se dorme pois ainda me sinto num sonho onde só o meu subconsciente comanda (tem de ser sonho, que mais podia explicar a perfeição do momento em que me aproximo de ti e ficamos assim colados num sorriso que não é nem meu nem teu mas nosso). Não sei como se come pois sinto-me cheia de vida e alegria (e muitas outras coisas que sou incapaz de descrever e que me preenchem todos os poros enclausurando dentro de mim o calor de verão).

Mas não faz mal não saber mais o quotidiano, o banal quando o sorriso que me deste me sai do peito e ilumina o caminho negro dos dias de chuva que se avizinham devido à lua nova. E posso não contar histórias que enquadrem estes momentos vividos envoltos em sorrisos mas isso é porque a memória é inexistente: quando fecho os olhos não nos vejo deitados em toalhas num areal frente ao mar, apenas espelho o sorriso reflexo no céu azul que nos viu apaixonados em segundos que nós não vimos passar.
Quero que todos os dias sejam dias de praia. Quero sentir o toque do sol todos os minutos que não passares ao meu lado. Quero o sabor do mar nos meus labios quando não estiveres aqui para me beijar. Quero deitar-me sobre a areia e nela envolver-me de todas as vezes que não me puderes envolver no teu abraço de desejo e protecção.

sábado, 5 de abril de 2008

À janela

Ouviste-me chamar por ti?! Não vieste... Não me salvaste do pensamento mais negro que me constitui. Ouviste as lágrimas a cair?! Não sei se o espelho as refelectiu mas elas cairam... Não amparaste a sua queda, desfizeram-se em milhares ao tocar o chão. Ouviste a brisa do mar que te tocou?! Sentiste que era eu?! Não sabia que outra forma podia usar para te trazer para mim... Preciso do abraço teu que esqueci entre memórias de Arcozelo, que deixaram de ser minhas. Preciso do sorriso inigmático que poucas vezes vi pessoalmente e que só tu tens. Sussurra-me... Manda-me brisas...
Hoje não me chegam espelhos. Hoje preciso mais que ausências. Hoje preciso de ti mais do que posso dizer pois a expressão está limitada pelo som da voz que não tenho.

Entretanto o hoje acabou. Entretanto chegou o amanhã com o seu sol. Aquele que arranca de mim um sorriso verdadeiro, fresco como morangos, doce como mel. Este sol aquece-me a alma mais que me aquece o corpo desnudo. Este sol tira de mim pensamentos e omissões, vazios e palavras. Sou melhor assim. Sou melhor com este sol a acariciar-me a face. Sinto-me mais completa, preenchida de mim nos buracos deixados pela acção corrosiva da acidez do passado. Os pulmões enchem-se de vida, de sonhos, de uma calma indescritível que derruba qualquer medo e me torna indestrutível.

Mas não é por os dias mudarem que me esqueço de ti. E não é por o sol me sarar as feridas que lambi durante tantas vidas, que deixo de precisar de ti. E não é por te ler em blogs ou te ver em fotos que deixo de sentir a tua falta.

É por isso que abro a janela do meu quarto, do meu coração, da minha alma. É por isso que fico horas a fio à tua espera. Esperarei por ti menina do espelho até que voltes para o cantinho em mim que é só teu. Até lá fico à janela por ti!

Pensamento do dia

Pensamento do dia
A hug