I can't stop crying today.
...
do you think my tears will ever fill that (vast stupid anoying and tiering) void in me?
You have entered my soul... keep in mind that this is me at my truest form.
domingo, 25 de dezembro de 2011
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
De volta
Voltei porque mais uma vez não consigo dormir, porque mais uma vez o medo de tudo é maior que eu, porque mais uma vez sinto-me perdida. Estive afastada porque falar sobre o que sinto e o que não sinto era grande demais para caber dentro de mim, para ser transposto em palavras. Mas as insonias mostraram-me que se não partilhar não vou aguentar. Por isso aqui vai o meu rio de lagrimas que corre nas margens das minhas incertezas e das minhas cicatrizes.
Rodeada dos melhores amigos que a vida me podia ter dado escondi-me nas sombras das luzes de protagonista. Ri, cantei, dancei, saltei e pulei até ao segundo de lhes dizer adeus, que mais podia eu fazer???... Tudo está bem porque nada tem solução. Não sei crescer, não sou capaz de abandonar a criança que vive em mim e que está apavorada com a vida. Ela só me tem a mim, sempre foi assim, e eu tenho medo de admitir que só a tenho a ela.
E junto toda a minha força para a acalmar e a fazer parar de chorar convulsivamente., para a levantar do chão onde desespera e a arrastar ate à cama ou ao sofá. Agarro-me à almofada porque não temos nenhum outro tipo de contacto fisico, porque não o fazer seria aceitar a solidão. E o medo do que ainda está pra vir é demasiado grande para guardarmos numa caixa e colocarmos de lado, e as cicatrizes do passado são ainda demasiado profundas para deixarmos de as lamber, e as lagrimas turvam-nos a visão e não nos deixam ver com clareza o que se passa à nossa volta. Quero protege-la como nunca me protegeram a mim, quero ama-la incondicionalmente e enche-la com a esperança que ja não sei ter pra mim. Quero curá-la e assim curar-me a mim, mas a solidão não é uma doença, a dor na alma não passa com analgégicos, não podemos engessar uma alma com fracturas... Estou enrugada por dentro de tantas lagrimas que evito deixar transbordar. Estou momentaneamente cega com o negro do pessimismo. Estou doente com o desespero do querer mais e não conseguir ter.
Finalmente ela adormece por umas horas, as lagrimas secam nos olhos inchados, a dor amenisa no silencio dos pensamentos e volto a respirar, a deixar o coração bater, a fechar os olhos sem medo do escuro. Mas não dura muito. Na verdade, não dormimos para não sonharmos com o que nos stressa, não sentimos para não nos magoarmos quando não temos ninguém para nos tratar das feridas, não relaxamos para que nada nos volte a apanhar despercebidas, não criamos espectativas e incentivamos esperanças para que não nos consigam deitar abaixo. Mas assim só nos sobra a solidão e o desespero, uma casa vazia e inacabada, um coelho travesso e um futuro cheio de incertezas e possiveis desilusões.
Rodeada dos melhores amigos que a vida me podia ter dado escondi-me nas sombras das luzes de protagonista. Ri, cantei, dancei, saltei e pulei até ao segundo de lhes dizer adeus, que mais podia eu fazer???... Tudo está bem porque nada tem solução. Não sei crescer, não sou capaz de abandonar a criança que vive em mim e que está apavorada com a vida. Ela só me tem a mim, sempre foi assim, e eu tenho medo de admitir que só a tenho a ela.
E junto toda a minha força para a acalmar e a fazer parar de chorar convulsivamente., para a levantar do chão onde desespera e a arrastar ate à cama ou ao sofá. Agarro-me à almofada porque não temos nenhum outro tipo de contacto fisico, porque não o fazer seria aceitar a solidão. E o medo do que ainda está pra vir é demasiado grande para guardarmos numa caixa e colocarmos de lado, e as cicatrizes do passado são ainda demasiado profundas para deixarmos de as lamber, e as lagrimas turvam-nos a visão e não nos deixam ver com clareza o que se passa à nossa volta. Quero protege-la como nunca me protegeram a mim, quero ama-la incondicionalmente e enche-la com a esperança que ja não sei ter pra mim. Quero curá-la e assim curar-me a mim, mas a solidão não é uma doença, a dor na alma não passa com analgégicos, não podemos engessar uma alma com fracturas... Estou enrugada por dentro de tantas lagrimas que evito deixar transbordar. Estou momentaneamente cega com o negro do pessimismo. Estou doente com o desespero do querer mais e não conseguir ter.
Finalmente ela adormece por umas horas, as lagrimas secam nos olhos inchados, a dor amenisa no silencio dos pensamentos e volto a respirar, a deixar o coração bater, a fechar os olhos sem medo do escuro. Mas não dura muito. Na verdade, não dormimos para não sonharmos com o que nos stressa, não sentimos para não nos magoarmos quando não temos ninguém para nos tratar das feridas, não relaxamos para que nada nos volte a apanhar despercebidas, não criamos espectativas e incentivamos esperanças para que não nos consigam deitar abaixo. Mas assim só nos sobra a solidão e o desespero, uma casa vazia e inacabada, um coelho travesso e um futuro cheio de incertezas e possiveis desilusões.
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
My last will and testament
kero o fim...
aqui não há nada mais pra mim.
...ao meu pai deixo uma casa paga e dinheiro
...aos meus amigos deixo apenas boas recordações
...não tenho a quem deixar o/a Benny mas espero k alguem tome conta dele/dela e que nao lhe permitam o mesmo destino do Xico.
aqui não há nada mais pra mim.
...ao meu pai deixo uma casa paga e dinheiro
...aos meus amigos deixo apenas boas recordações
...não tenho a quem deixar o/a Benny mas espero k alguem tome conta dele/dela e que nao lhe permitam o mesmo destino do Xico.
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
definição
"Tratar uma depressão é como fazer a depilação a cera, cada vez doi menos e são menos e mais fracos os pelos que nascem mas eles nunca deixam totalmente de renascer..."
by Izzy
domingo, 2 de janeiro de 2011
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