Saudade. É a falta de ti que hoje define esta palavra, a incompletude da minha felicidade sem a tua presença, o frio que o meu corpo sente quando os teus braços não me rodeiam, o travo amargo da ausência dos teus beijos e da distância entre os nossos lábios....
You have entered my soul... keep in mind that this is me at my truest form.
quinta-feira, 25 de dezembro de 2014
terça-feira, 11 de novembro de 2014
Prado do Repouso
domingo, 19 de outubro de 2014
Certezas
Não sei o amanhã. Ninguém sabe. Mas o que quero, o que desejo, aquilo em que acredito com toda a minha alma é que temos futuro, que há um amanhã para nós.
domingo, 5 de outubro de 2014
sábado, 27 de setembro de 2014
Black&White Dreams
I can almost feel you right there, next to me...
I do not dare to open my eyes just in case it is just a dream.
I will refuse to wake up.
Be my Cookie monster forever and I'll forever be your sleeping B!
segunda-feira, 8 de setembro de 2014
Dias de sol e dias de João Nuno
Foi hoje que percebi que não basta ser um dia de sol para eu ser feliz. Já houve dias em que isso era suficiente, dias em que o calor do sol na minha pele me fazia sorrir e esquecer tudo o resto. Mas num qualquer dia desde que te conheci, isso mudou. Já não me basta o sol, preciso de ter os teus beijos. Já não me basta o seu calor, preciso do calor que emana do teu corpo e que me aquece a alma quando me abraças. Já não me basta o som do mar para me acalmar, preciso da tua voz ao som do ukulele em proclamações de amor.
Houve uma altura em que ser feliz dependia exclusivamente de mim mas agora depende também da tua felicidade. Antes de ti tinha palavras para despejar o que se me passava pela alma mas agora as palavras parecem gastas e insuficientes. E assim me perco em dicionários de sentimentos e sensações à procura de sinónimos para o que nunca antes senti por ninguém. E dizer que te amo não chega pois é tão mais que isso mas é tudo o que te sei dizer! É pouco mas é verdade: eu amo-te.
quarta-feira, 27 de agosto de 2014
Histórias a dois
Todos os dias escreves um pouco no livro da minha vida e preenches as páginas brancas de tudo o que ainda não vivi. Com cada palavra me acaricias, com cada vírgula me excitas com a possibilidade de um amanhã tão bom como o ontem e sem a pausa do hoje. E sim, reparo na hesitação no uso de pontos finais mas tento não interpretar isso da forma que mais quero, ou seja, como sendo a tua vontade de não termos fim. E peço te desculpa se às vezes desfolho a vida com alguma pressa de chegar até nós e se nos releio na ânsia de não deixar escapar nenhuma figura de estilo ou adjectivação que me leve a fechar os olhos e imaginar o que possa ser escrito nas páginas que ainda estão em branco. Quero ler-te em todas elas, encontrar em cada dia, e dou por mim a desejar um futuro igual ao das séries, com um final feliz em cada episódio e querer que estejas presente mesmo que seja um dia mau. Tu já fazes parte. Já estás gravado a caneta, sem que exista a possibilidade de te riscar sem deixar marcas. E mesmo que um dia vire a página e não te leia mais, sei que voltarei a trás para matar saudades e ler-te-ei vezes sem conta até deixar de acreditar que o capítulo seguinte só será bom se te mencionar como personagem principal. Quero-te tanto. E este querer traduz-se numa vontade incontrolável de para sempre que tenho vergonha de admitir, com medo de parecer infantil sonhar com um conto de fadas.
O tempo que passo contigo nunca parece suficiente e isso habitualmente transparece nas longas despedidas em que qualquer motivo é um bom motivo para adiar o até amanhã para amanhã. Mas às vezes temos mesmo de nos separar, ainda que hesitemos recorrentemente até ao momento em que partimos cada um para o seu lado. E finalmente volto para o meu mundo solitário onde apenas posso sonhar contigo, pelo que com a mais calma das urgências pouso a cabeça na almofada, e a abraço na vã esperança que se transforme em ti assim que entre na terra dos sonhos. Quero-te presente em cada segundo, em cada inspiração, em cada página.
Simpatizo com essa ideia absurda de me fazeres feliz por um tempo indeterminado e de em troca apenas ter de te fazer feliz também.
sábado, 26 de julho de 2014
Marés de gente e música
sexta-feira, 6 de junho de 2014
Espirros, tosse e febre... a cura para alguns males
Não é inverno mas infelizmente não é preciso que seja para me constipar. O meu corpo está apenas a seguir as indicações da minha alma que já está doente há algum tempo. Nem para um nem para o outro posso tomar medicação: para a alma ainda não inventaram nada que realmente funcione e para o corpo, apesar de existir imensos fármacos que ajudam a curar uma constipação, nada posso tomar sem que tenha outras consequências.
Talvez esta seja a forma que o meu corpo encontrou de ajudar a minha alma, forçando-me a parar e a descansar. A minha cama sempre foi um dos meus grandes prazeres e confortos. É como se fosse um túmulo de onde renasço como nova, com outra força, outra paz, outra energia. Estar presa à cama de forma obrigatória e não opcional dá uma nova perspectiva sobre a minha posição perante os outros. Já não me sinto abandonada ou só por imposição de terceiros, sinto-me apenas afastada e a solidão volta a ser algo tão simples e normal como respirar. Deixo de ansiar por mais e concentro-me em mim e no agora. Volto aos meus velhos hábitos de ermita agarrada a livros e séries, vivendo a vida de personagens e não a minha. Estou de paz interior com a ausência de excitação vinda de uma vida plena de compromissos sociais e planos para mais tempo livre do que aquele que realmente tenho. Passam a ser suficientes os poucos planos que tenho para o futuro próximo e deixo-me aberta para o que possa aparecer, com tempo reservado para aqueles que queiram estar comigo só porque sim.
Estava a precisar de uma pausa, que se não fosse forçada não surgiria. Estava a precisar de me lembrar como era a minha vida sem ninguém presente e de que sempre vivi independentemente disso. Estava a precisar de me lembrar de como sou fantástica e do quanto gosto de mim mesmo quando mais ninguém gosta, que culpa posso eu ter do mau gosto dos outros?! Era preciso ficar doente para encontrar a minha força e a certeza de quem sou.
domingo, 1 de junho de 2014
Borracha mágica
Como gostava de poder apagar a minha memória e todas as expectativas que fui criando ao longo do tempo. Depois de tantos anos de desilusões até custa acreditar que ainda não aprendi a única lição que a vida tem para me ensinar: solidão! Estou só independentemente de onde esteja, independentemente de com quem esteja. Tudo é subjectivo. Tenho amigos de verdade com quem raramente estou e pessoas que vejo regularmente que não me valorizam como mereço. E não é que não goste de mim, se não gostasse já cá não estava à muito, mas sinto-me corroida pela ausência da partilha. Quero esquecer a sensação de ter tido alguém do meu lado que quer ouvir o que tenho para dizer, quero esquecer como é ter a certeza que se precisar de um abraço ou um beijo há alguém inteiramente disponível à distância de um telefonema, quero esquecer o sabor a mar que se solta dos meus olhos quando olho à minha volta e não vejo ninguém que me reconheça.
Os dias passam, um a um, e eu esforço-me por não pensar e não sentir. Preciso de horas ao sol para preencher os vazios que mais ninguém preenche. Preciso de força para continuar, uma força que nenhum ginásio me pode dar e que não sei onde nem quando perdi.
Quero apagar o passado que tanto me dói no presente, quero separar-me de todos os que me magoaram até hoje, quero desligar o coração e deixar de sentir.
segunda-feira, 26 de maio de 2014
"é só mais um dia mau..."
Depois de derramadas as lágrimas e desabafadas as dores e desilusões fica apenas o silêncio, a escuridão, a apatia e a solidão. O hoje chega ao fim e não quero o amanhã. Agarro-me ao limbo do agora e forço em mim o fim da rotação da Terra como forma de parar o tempo. Talvez se não houver um amanhã eu não queira tanto o fim. Estou esgotada pelos altos e baixos, pela falta de orientação e propósito. Só quero fechar os olhos, adormecer e não acordar mais.
domingo, 13 de abril de 2014
Como te posso ajudar?
sábado, 12 de abril de 2014
Dias de sol, sonhos e certezas
domingo, 9 de março de 2014
Sabes onde me encontrar
O que quero de ti não são promessas nem sonhos.
O que quero de ti não é que sejas um heroi nem uma esperança.
Quero a verdade uma única vez e não quero nada.
Viro a página e começo um novo capítulo. Nada como uma página em branco para me lembrar do quanto sou especial... Quem mais odeia a chuva mas sai para a rua quando chove para rir e dançar enquanto se molha com as lagrimas dos deuses porque sabe que é por ela que choram?! Quem mais leva um leitor de mp3 para uma disco para ouvir quando passam musicas de que não gosta porque se recusa a ouvir o que não gosta por questões de principio?! Quem mais se veste a rigor para sair à noite de forma irresistível e quando amanhece só pensa em descalçar-se e despir-se e ir dar um mergulho no mar simplesmente porque essa é uma mas melhores formas de começar o dia?! ... Havia tanta coisa a dizer sobre mim mas tu não precisas de saber. Sabes o suficiente e o suficiente chega perfeitamente. Digo-te apenas "Bom dia" e sorrio porque não te quero fora da minha vida, apenas não te quero mais como personagem principal.
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
"não se ama alguém que não ouve a mesma canção"
Mas tu desapareceste. Sem uma palavra, desapareceste. Sem uma desculpa, desapareceste. Sem um porquê, desapareceste. O silêncio diz-me que talvez estivesse certa desde o inicio... nunca devia ter confiado.Mas não consigo ficar chateada... Mostraste-me que era possivel esquecer, pois hoje nem me lembro bem de quem, até à pouco, estava gravado em mim como cicatriz. E no fundo, independentemente de ter sido ou não mentira, foi bom e vou guardar todos os segundos para sempre na minha "heart-shaped box" com muito carinho. Amo-te, Verão!
domingo, 2 de fevereiro de 2014
Bittersweet Melodie
I either spend days trying not to feel and end up not sleeping or cry myself to sleep everyday. I wanna give up. Don't believe there is anyone out there for me and loneliness is slowly killing me.
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
Um beijo
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
domingo, 26 de janeiro de 2014
O fim do Inverno
Uma vez mais me encontro perdida na neblina de Inverno. Sozinha e sem rumo, agarro-me a tudo o que posso na esperança de que não esvaneça em fumo. Sinto tanto a falta de alguém que nunca tive e que nunca terei, dos sonhos com os quais nunca sonhei. Abandonada na escuridão liberto uma lágrima que não posso admitir a ninguém. Fecho os olhos, esqueço tudo e escolho terminar esta vida.
Pensamento do dia
A hug


